Esse foi controlvezado do blog Eu Eu Mesmo e Minha Bicicleta. A dica é boa, mas precisa ter cuidado.
“Infelizmente o MTB não é tão popular no Brasil como em outros países. Isto torna menos interessante comercializar equipamentos e acessórios específicos para o MTB em nosso país. Mesmo as peças de bicicleta são restritas às marcas mais famosas.
Um meio de superar as restrições de nosso mercado é a importação direta pelo consumidor, e não é tão difícil quanto muitos imaginam. Basta um cartão de crédito internacional, uma boa lista de lojas que fazem envio internacional e as informações certas. O tempo gasto em todo o processo (algo em torno de 2 semanas) nunca competirá com as lojas nacionais mas vale a pena esperar um pouco mais por aquilo que você sempre quis mas nunca encontrou em lojas brasileiras. O preço sofre muita influência do frete e nem sempre é competitivo mas, na maioria das vezes, mesmo com o imposto de importação de 60%, vale a pena.
Um fato que deve ser levado em consideração é a questão da garantia. Se houver qualquer problema com o produto comprado você terá que enviá-lo para a loja onde comprou e o frete adicional pode onerar muito o produto. Muitas vezes a tentação é grande em importar produtos que existem no mercado nacional mas que são mais caros aqui, mas ninguém leva em conta o custo adicional que terá se o produto apresentar qualquer problema. O Código de Defesa do Consumidor não vale para produtos importados pelo próprio consumidor, por isso prefira importar apenas o que você não encontra aqui no Brasil, fazendo valer o risco.
O serviço “Importa Fácil” dos correios é o mais indicado, pela simplicidade.
O “Importa Fácil – Importação de encomendas até US$500,00” não tem nenhuma taxa de desembaraço e não necessita nenhum cadastro prévio, sendo o mais indicado para o consumidor comum. Os passos da importação são, de forma simplificada: você faz a compra no exterior; a encomenda chegará na agência dos correios mais próxima de seu endereço; você receberá o “Aviso de Chegada dos Correios” junto com a NTS (Nota de Tributação Simplificada); você irá até a agência dos correios indicada na NTS para efetuar o pagamento (60% do valor do produto, referente ao imposto de importação) da mesma e retirar a encomenda. A encomenda deve ser enviada através do serviço postal oficial do país de origem, em modalidade postal que a encomenda chegue diretamente nos Correios do Brasil. Você encontra todas as informações necessárias no site dos Correios (link no início do parágrafo).
Para encontrar lojas internacionais, procure visitar sites ou comprar revistas de outros países. Eu tenho uma lista de lojas internacionais mas, por enquanto, só comprei na “High on Bikes”.
Caso você conheça alguma outra loja internacional, contribua enviando um comentário com o nome e link para a loja.”







Acho esse tipo de matéria altamente prejudicial para o mercado brasileiro. Ninguém se mobiliza para fazer lista de lojas brasileiras que fazem um bom trabalho, muitos não reclamam dos seus direitos e quase ninguém acha que a culpa é do governo e sim dos lojistas e importadores.
Quanto mais as pessoas comprarem fora, menos vamos ter a estrutura que precisamos dentro do Brasil… bye bye lojas, importadores, revistas e todos que fazem o MTB se movimentar… Até o governo perceber e sobretaxar material de bike… aí nem bikes vamos ter. Prefiro todo mundo andando de bike media em campeonatos e bike parks que um monte de bike XTR na garagem ou no asfalto.
Olá Pedro,
Claro que eu também preferia um mercado interno muito mais forte do que temos hoje, com nossos principais atletas rodando em bikes nacionais, mas as empresas fazem suas opções olhando para uma planilha de lucratividade e encarando os consumidores como uma média de consumo e não como sujeitos com especificidades que poderiam gastar aqui o dinheiro que estão mandando para lojas gringas. Como consequência dessa opção de mercado que privilegia o giro do capital, itens com menos saída acabam saindo das listas de pedidos dos importadores e a importação acaba sendo uma solução para aqueles que gostaram de algo que está fora dos catálogs dos importadores. A solução parece bem simples: diversificação dos catálogos pois se tem aqui, com garantia, acho que ninguém vai arriscar uma compra fora.
Tudo é uma questão de opção de mercado e me parece que importadores e consumidores estão pensando muito pouco um no outro.
Taí o grande engano… porque as empresas não querem trazer peças específicas ? Porque são burros e não enxergaram esse potencial ? Já viu a quantidade de impostos e burocracia que existe pra importar ? Já viu os casos dos produtos problemáticos ? Importar legalmente por consumidor só vai funcionar até nosso governo ladrão perceber a situação e sobretaxar tudo ao ponto de não valer a pena… O Brasil é o maior produtor de laranja e é mais barato importar, mesmo legalmente, suco de laranja da Europa!! O problema não é a bike, nem as empresas, é o governo!
Olá!
O texto acima foi escrito por mim. Adoro críticas pois aprendo muito com elas. Acho o seu comentário muito válido, pois é preciso discutir mais sobre o tema. Não fui detalhista no meu texto pois não era a minha intenção mostrar como se faz uma importação LEGAL (pagando imposto de importação) e sim mostrar que existe a possibilidade. Eu mesmo importo muito pouco, só quando não encontro aqui no Brasil algo que quero muito. Se há uma previsão de chegada do produto ao Brasil, não vejo problema nenhum em esperar o lançamento mas quando não há nenhum tipo de previsão, por que esperar? Desculpe-me mas não vejo como um pequeno número de importação possa afetar, de forma drástica, o mercado nacional. Se você ler o texto com calma vai perceber que eu não recomendo a importação de itens que podem ser encontrados no Brasil, por causa do problema da garantia. As pessoas, ou ciclistas, tem o direito de saber sobre as possibilidades LEGAIS de adquirir bens no exterior. Não é contrabando, está tudo dentro da lei. Sobre a observação do autor do BrasilMTB, para se ter cuidado, só posso reforçar a recomendação. Como disse, só queria que as pessoas tomassem conhecimento da possibilidade de importação direta pelo consumidor. Quem quiser fazê-lo, pode encontrar informações completas, de como proceder, no link dos Correios que coloquei no texto.
Pedro, muito obrigado por iniciar tal discussão.
Olá, concordaria contigo, se não tivesse acompanhando essa questão desde 2003 e vendo um monte de situações que fogem bastante do “importar legalmente peças que não existem no mercado nacional para uso próprio”. Mas a realidade não é essa… a realidade é que isso abre espaço para revendedores que nunca trabalharam no mercado de bike e vão vender qualquer coisa de qualquer maneira… inclusive peças falsificadas, sem procedência e sem pagar qualquer imposto… e ainda dizendo que tem garantia. Não precisa nem pesquisar muito pra achar um monte deles… os caras vendem jogos de video-game, peça de carro, coisas de informática EEEEE peças de bicicleta… Bike é um esporte , que traz riscos de vida… e não um jogo de video-game…. taí uma grande diferença.
Eu conheço a realidade da qual fala. O combate a prática do contrabando é obrigação da Receita Federal. Não podemos privar o cidadão de seus direitos para inibir o contrabando. É como se você proibisse as pessoas de dirigir seu automóvel porque muitos não respeitam o semáforo vermelho ou a faixa de pedestre. Acho que não é bem por aí.
Olá, Pedro. Matéria interessante essa que acabo de ler, pena que carregue o fardo dos 60% (sesssenta por cento) de I.I., no mais, concordo plenamente com o texto. Sou um apaixonado por Bike desde a minha infância, dada uma vida agitada nem prestei atenção, o quanto, maravilhasamente, tinham se desenvolvidas as bikes. Um espetáculo, para poucos. Entro nos “sites” gringos, e vejo as bikes, acessórios e outras coisas que me interessam, quase todos os dias, mas não as vejo nas lojas especializadas. Daí que, se a idéia é proteger o mercado interno, não há outra forma se não colocar a disposição dos consumidores tais produtos, evitando, assim, a compra “Off shore”. Após a globalização não há outra forma de proteger mercado, senão assim. Com efeito, o mercado é prático – se não é interessante para o lojista ou importador comercializar tal produto, também não há lei no mercado que proíba o consumidor de ter o produto, e mais, é uma falta de respeito e de consideração, bem como, uma forma de subjulgar o consumidor e fazê-lo adquirir o produto que interessa (+ lucros) ao lojista ou importador. Portanto, se não interessa a eles, interessa a nós. Valeu!
Como não são oferecidas ? A minha mesmo eu esperei umas semanas pra chegar… não tinha e eu pedi pro representante…
Vocês chegaram no ponto que eu queria… se a culpa é dos importadores e lojistas que são “incompetentes” ou gananciosos, vcs acabam de achar a fórmula do sucesso!!! Só abrir uma empresa e oferecer as bikes tops no Brasil… ficarão ricos trabalhando com bike!
E sim… tem muitas marcas tops que ainda não estão no Brasil… é só correr e aproveitar, não tem desculpa!
Vamos ver se vão ter todos os modelos nas lojas e os preços…
Pedro, a idéia não é encontrar a fórmula do sucesso, mas, achar um jeito de se fazer respeitar melhor a massa crítica de consumidores que estão ávidos para adquirir esses produtos, daí que, a melhor forma de fazê-los entender é mantendo e aproveitando a “porteira aberta” recado certo nos lucros deles. Também, é certo que o governo ganha, mas o consumidor importador, também ganha, ao adquirir o produto dos seus sonhos – não sonhado (+ lucros) pelos lojistas e importadores. Já, quanto ao preço das bikes é um absurdo, custa o mesmo preço de muitos carros novos, e não tem financiamento para esse produto (esse é um bom negócio e de sucesso!) é no máximo, parcelado em 10 vezes. Um absurdo! Ainda, outro dia, vi uma bike da Giant pelo preço de R$33.000,00. Pô, é sério esse negócio? Digo isso, pelo seguinte – uma bike pode ser roubada com a maior facilidade do mundo, ela não tem motor mecânico, portanto, é facil de ser abordada e outras tantas ocorrências, e isso deveria ser levado em conta na formação do preço final. Valeu
Taí o mesmo erro… o preço não á absurdo pelos empresários. Quantas marcas de bike existem no Brasil ? A concorrência não deixaria preços que poderiam ser baixos serem absurdos…
Não se pode comparar uma bike top de linha com um carro popular. A bike top de linha não é uma necessidade, longe disso… sabe quanto custa uma maquina fotográfica top ? Bem mais que um carro e a bike juntos !
Essa discussão não vai ter fim… mas vou deixar pra vcs refletirem uns dados aqui que tenho… e tenho porque vejo todos os dias aqui.
Preços, na Espanha, cidade grande, em euros:
- 1 litro de suco de laranja, caixa tetrapak – 0,54
- Pizza congelada – 1,40
- Roupas em promoção, na Zara (loja famosa de shopping) – de 2 a 10 euros (casaco de couro por 14 euros, jeans por 7,00)
- Carro mais barato na concessionária 0 Km – 7 mil
- Salário mínimo: 600 euros, porém, dificilmente se ganha menos de mil. Um garçon normalmente ganha em torno de 1.200.
Preços, no Brasil, cidade grande, em reais:
- 1 litro de suco de laranja, caixa tetrapak – 3,50 a 5,00
- Pizza congelada – 7,00
- Roupas em promoção, na Zara (loja de qualidade) – 30,00 a xxx (casaco de couro por uns 400, jeans por 150).
- Carro mais barato na concessionária 0 Km – 27 mil
- Salário mínimo: menos de 600, porém, dificilmente se ganha mais, porque a carga tributária para o empresário é enorme… então normalmente se calcula que os impostos de um funcionário custam, mensalmente, o mesmo que o salário.
- Quem tem carteira assinada trabalha 3 ou 4 meses apenas para pagar impostos.
Façam as contas amigos… e veja de quem é a culpa… Importe o suco de laranja com 60% de imposto e vc pagaria menos de 2 reais !!! Lembrando… o Brasil é o maior produtor de laranja do mundo disparado!
Enquanto isso… funcionário público que trabalha meio horário tem auxílio-lanche (sabiam dessa ?), políticos tem auxílio-terno, gasolina, casa, viagem e o nosso presidente é flagrado falando pra um moleque da favela que ele não pode jogar tênis pq é esporte de burguês…
Comprem fora ou não, é opção de cada um… mas saibam quem é o inimigo e de quem é a culpa…
abs
Pedro, existe uma reserva de mercado e só a mobilização poderá vencer essa barreira. A comparação feita não é tão gritante, lembra-se dos preços dos carros tempos atrás, hoje ele já vale o preço de uma bike. Somente para argumentar, veja o exemplo dos relógios automáticos de grandes marcas que podem ser considerados supérfluos, porém, a mecânica aplicada na confecção desses relógios é uma coisa espetacular chama-se – escapamento de força constante, uma jóia da mecânica, com preços astronômicos, mas que duram várias gerações, daí o preço, e mais, por segurança você pode perfeitamente guardá-lo num cofre, não é o caso da bike que precisa ser usada para gerar benefícios, inclusive, benefícios à saúde, quiça, até, não venha a ser considerada uma questão de saúde pública, bem como, de locomoção, e daí, andar como uma bike sem as possibilidades da melhor tecnologia, não dá! Olha, gostei do assunto, talvez não o tenha entendido corretamente, mas valeu só pelo fato de você ter compartilhado a sua irresignação, compartilhei com você neste abuso, naquilo que consegui entender, no mais penso que não tenha entendido mesmo a questão. Abcs.
O abuso dos preços ja começa com os fabricantes que migraram para a Ásia em busca da mão de obra barata, da isenção de impostos, mas não repassaram essa redução de custos para o consumidor. Se formos olhar bem, é um comportamento comum a todos no mercado global: amigos, amigos. Negócios a parte.
Eu olho para essas questões e vejo com muita clareza o comportamento liberal em sua face mais didática ensinando a todos que o melhor é cada um buscar a maior vantagem para si.
É o mercado se autoregulando. Se as empresas buscam o menor preço para maximizar seus lucros, acho legítimo que o consumidor façam o mesmo para esticar seu salário.
Blz galera! Tô vendo que estamos diante de uma questão muito complexa. O Guto foi muito feliz ao mencionar a reserva de mercado que segundo o governo é para proteger o emprego dos nossos trabalhadores, mas em tese acaba servindo para manter o comércio na mão de poucos.
Seguindo o exemplo do carro importado, caso não se lembrem foi Fernando Collor de Mello quem liberou a importação deles, incluindo os famosos LADA que vinham da Rússia, e vejam que hoje temos os carros lançados quase ao mesmo tempo que saem no mercado estrangeiro, pena que um muito mais caro devido a taxa de 70% criada pelo seu sucessor Itamar que ao inverso dele, relançou o ultrapassado fusca.
Mas voltando as bikes a idéia é a mesma, quem conhece um pouco do mercado internacional vê que é muito dificil ter nos sites especializados os famosos grupos Touney, Acera/Altus e até mesmo Alivio em disponibilidade normalmente é fácil encontrar de Deore pra cima e isso não somente falando de grupos mas no geral.
O Pedro já é conhecido no mundo das bikes pelo site Pedal.com.br e é realmente uma pena que ele pense assim, uma pessoa como ele deveria lutar mais pela liberdade de expressão e do livre comércio e principalmente pela mudança das leis que prejudicam tanto os empresários nacionais.
A idéia não é boicotar os empresários e sim mostrar a eles que vale a pena investir mais em qualidade e a concorrência quanto maior será melhor para todos nós.
O PROBLEMA ESTÁ CLARO! O GOVERNO NOS TIRA METADE DE TUDO QUE COMPRAMOS EM IMPOSTOS. A CARGA TRIBUTÁRIA DO BRASIL É A MAIOR DO MUNDO E AS IMPORTAÇÕES ILEGAIS OU LEGAIS PREJUDICAM O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL, QUANDO SE COMPRA UMA PEÇA, BIKE OU QUALQUER OUTRO PRODUTO IMPORTADO TIRAMOS UM PROFISSIONAL DO MERCADO BRASILEIRO, COM ESSAS ATITUDES AS EMPRESAS VENDEM MENOS E PROVOCAMOS UMA CASCATA DE PREJUIZOS PRA EDUCAÇÃO, SAÚDE E TRANSPORTE. TALVEZ SEJA A HORA DE TODOS OS INTERESSADOS SE UNIREM PRA DIMINUIR A CARGA TRIBUTÁRIA DE PRODUTOS IMPORTADOS LEGALMENTE POR IMPORTADORAS E NÃO POR PESSOAS COMUNS, DESSA FORMA DESENVOLVEREMOS O BRASIL COM PREÇOS COMPETITIVOS, GERANDO EMPREGOS E MELHORANDO OS SONHOS DOS ATLETAS QUE QUEREM NOVIDADES. É HORA DE DIZER BASTA! SENÃO O GOVERNO VAI CONTINUAR LEVANDO NOSSAS CALÇAS E SABEMOS QUE ESPORTE TEM QUE SER ESTIMULADO E NÃO DEVERIA SER FONTE DE RENDA PRA UM PAÍS QUE SERÁ SEDE DE EVENTOS ESPORTIVOS IMPORTANTES EM TÃO POUCO TEMPO. NAS OLIMPIADAS NOSSOS ATLETAS VÃO DE TRICICLO ENQUANTO OS GRINGOS DE NAVES..KKK NÃO É BEM ASSIM, NOSSOS ATLETAS DE ELITE TEM BIKES TOPS, MAS A GRANDE MASSA TEM DIFICULDADES EM MANTER BONS EQUIPAMENTOS. SE O RELÓGIO DA MARCA X CUSTA NÃO SEI QUANTO, NÃO IMPORTA, ISSO É LUXO! BIKE BOA É NECESSIDADE PRA GRANDES ATLETAS E QUEM ACOMPANHA VE TODOS OS DIAS ATLETAS COM POTÊNCIAL ABANDONAREM O CICLISMO DEVIDO AOS ALTOS CUSTOS! NO BRASIL SE VALORIZA O PRODUTO E NÃO A MÃO DE OBRA. NA EUROPA PRA CONCERTAR UMA BIKE SE PAGA ALTO, NO BRASIL TEMOS PROFISSIONAIS COMPETENTES COBRANDO MICHARIA. SALVE O CICLISMO, AS BIKES E SEUS ATLETAS. PRECISAMOS DE UNIÃO PRA ACABAR COM OS IMPOSTOS EXESSIVOS E AUMENTAR O NUMERO DE PRATICANTES. MASSIFICAÇÃO É UMA MISSÃO PRA QUE O BRASIL VIRE POTENCIA NO CICLISMO. AS LOJAS NÃO TEM CULPA, VEJA QUE NOS EUA OS PRODUTOS TEM PREÇOS DIFERENCIADOS DE ACORDO COM O ESTADO E NAS LOJAS VOCê PODE VER O QUANTO ESTÁ PAGANDO DE IMPOSTOS NOS PRODUTOS. O BRASIL É O PAIZ DO FUTURO OU DO PASSADO?
Todos os lados nos comentários ai em cima tem suas razoes em varios momentos.
Mas para mim, o triste mesmo é ficar discutindo sobre taxas e importação… Vivemos em um pais muito caro, tudo é caro, até o que produzimos, como vocês mesmo mencionaram.
E nem assim conseguimos ter produtos e tecnologias desenvolvidos 100% aqui – seja qual for o setor….
As tais das “montadoras” nacionais que brigaram pelo IPI de seu setor nada mais são do que multinacionais. E quantos modelos de carro desenvolveram por aqui? E quanto às de informática? O que fizeram? Até mesmo a indústria de alimentação, quanto investe aqui perante outros paises? Bom, de bike, nem precisa falar né… Temos marcas com mais de 100 anos, e ai??? Nós, seja onde for, não desenvolvemos. Compramos. Sejam produtos ou tecnologias. Sejam através de multinacionais, importadores, muambeiros ou importação direta.
E não importa o ponto de vista que tenhamos na discussão acima, o que eu acho que todos concordam é que se chegamos a esta discussão é porque descartamos o desejo de ter um produto nacional.
Mas é muito bom ter a liberdade deste tipo de discussão!
Abraço a todos!